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OBJETIVOS – CAMPUS PIEDADE

A autoavaliação implantada na FG com a CPA é uma atividade que foge do caráter meramente diagnóstico, contribuindo para a aceleração de mudanças institucionais apontadas, a partir da manifestação dos segmentos que compõem a Faculdade. Isso assegura o seu perfil formativo em função do compromisso coletivo de se construir uma Instituição cada vez melhor. Assim, constituem-se como objetivos da CPA-FG:

1. Avaliar a eficácia e efetividade acadêmica e social das ações educacionais desenvolvidas;
2. Manter-se em sintonia com a Política Nacional de Avaliação da Educação Superior;
3. Subsidiar o planejamento da gestão acadêmica e administrativa e, ao mesmo tempo, prestar contas à sociedade sobre a qualidade dos serviços educacionais.

OBJETIVOS – CAMPUS BOA VISTA

A autoavaliação da CPA, implantada no campus Boa Vista, é uma atividade que foge do caráter meramente diagnóstico, contribuindo para a aceleração de mudanças institucionais apontadas, a partir da manifestação dos segmentos que compõem a FG. Isso assegura o seu perfil formativo em função do compromisso coletivo de se construir uma Instituição cada vez melhor. Assim, constituem-se como objetivos da CPA:

  • Avaliar a eficácia e efetividade acadêmica e social das ações educacionais desenvolvidas;
  • Manter-se em sintonia com a Política Nacional de Avaliação da Educação Superior;
  • Subsidiar o planejamento da gestão acadêmica e administrativa e, ao mesmo tempo, prestar contas à sociedade sobre a qualidade dos serviços educacionais.

PROPOSTA – CAMPUS PIEDADE

A avaliação regulamentada pelo Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior (SINAES) está intimamente relacionada com as constantes modificações que se tem efetuado nessa faixa de ensino e com o objetivo de oportunizar serviços educacionais que propiciem a inclusão e o respeito ao direito de todos de ter acesso a uma educação de qualidade. Isso porque o acesso às universidades que, durante anos, foi monopólio de camadas economicamente privilegiadas, tem sido facilitado por políticas que visam à execução de uma justiça social e à correção de falhas históricas que se arraigaram no seio da sociedade.

Essa contribuição do SINAES se dá, em princípio, por democratizar o processo de avaliação das instituições, abrindo a elas o direito de se autoavaliar mediante a criação de uma Comissão Própria de Avaliação. Com isso, o desempenho institucional passa a ser ponderado em duas instâncias: uma externa (efetuada por visitas de comissões do MEC) e outra interna. A proposta é a de que essa segunda instância do processo avaliativo, a interna, fique delegada aos próprios estabelecimentos de ensino, encarregados de instituir as suas Comissões Próprias de Avaliação. Esse sistema, além de integrar as IES ao processo de inspeção, potencializa o seu papel de agentes da própria avaliação.

Tal condição leva as instituições a repensarem, elas mesmas, a qualidade dos serviços que têm prestado ao público que atendem e à comunidade onde estão inseridas, independentemente de uma intervenção externa. Esse dado, então, soma-se àquele primeiro discurso de inclusão, uma vez que as Entidades de Ensino Superior se veem condicionadas a traduzir, como forma de retorno à sociedade, a implementação de medidas (educacionais e administrativas) que propiciem o bem estar coletivo, visando sempre ao progresso social.

Desde modo, fica assegurada a democratização das práticas avaliativas, uma vez que são contemplados todos os sujeitos que constituem as instituições (professores, estudantes, técnicos administrativos e sociedade civil organizada). Esse procedimento garante a autonomia e preserva a identidade das organizações, ao mesmo tempo em que implica à avaliação institucional os contornos de ferramentas de gestão do sistema administrativo educacional.

Em termos de qualidade de ensino, o novo sistema de diagnóstico aplicado ao ensino superior, pela sua amplitude e profundidade, no que diz respeito às variações institucionais analisadas, tende a garantir o oferecimento de serviços educacionais eficientes, formadores de profissionais aptos a suprir às demandas de uma cultura social e tecnológica em constante transformação, sem que, para isso, o perfil das instituições formadoras seja descaracterizado.

Frente a isso, a Faculdade dos Guararapes (FG) entende como fundamental a análise crítica dos seus serviços prestados à comunidade acadêmica e à externa, a fim aprimorar esses procedimentos. Esta é uma postura advinda de uma filosofia de gestão democrática e participativa. A CPA da FG tem estimulado a vivência dessa prática avaliativa interna, o que concorre para a sua imagem de excelência da Faculdade no mercado da educação superior do estado de Pernambuco.

Pode-se dizer, inclusive, que essa preocupação entra em consonância com a missão da FG, que é contribuir para o desenvolvimento sustentável do Estado, através da preparação de profissionais com sólida formação humanística e técnico-científica, conscientes do seu papel social e comprometidos com o exercício da cidadania plena. Assim, a prática avaliativa tem se transformado num instrumento de gestão participativa incorporado ao dia-a-dia institucional.

A Comissão Própria de Avaliação da Faculdade dos Guararapes tem como compromissos anualmente renovados:

1. Aperfeiçoar os padrões de atuação da sua Comissão Própria de Avaliação (CPA), comprometendo-se em ampliar os meios de divulgação de informações, facilitando o acesso da sua comunidade acadêmica aos resultados dos procedimentos de avaliação e sensibilizando-a para um engajamento na manutenção do seu padrão de qualidade;

2. Reiniciar os ciclos de avaliação interna da Instituição, com base nas Diretrizes e no Instrumento de Avaliação Externa das IES;

3. Engajar todos os segmentos à avaliação institucional, de modo a democratizar, cada vez mais, a participação deles neste processo desde a sua gestação.

Nessas condições, a CPA da FG tem-se traduzido como mediadora / organizadora das práticas avaliativas, intermediando os anseios dos diversos setores da Faculdade, apoiando o desenvolvimento e o crescimento dos cursos através da realização de intervenções e da divulgação dos seus resultados. Os relatórios concebidos através desses exames, bem como as propostas decorrentes da interpretação dos dados, são materiais a serem encaminhados à Administração da FG, após a escuta de cada segmento inquirido, a fim de que os dados obtidos sejam interpretados e sejam elaboradas propostas de intervenção nas problemáticas apresentadas.

Visualize o Regimento Interno da CPA

PROPOSTA – CAMPUS BOA VISTA

A avaliação regulamentada pelo Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior (SINAES) está intimamente relacionada com as constantes modificações que se tem efetuado nessa faixa de ensino e com o objetivo de oportunizar serviços educacionais que propiciem a inclusão e o respeito ao direito de todos de ter acesso a uma educação de qualidade. Isso porque o acesso às universidades que, durante anos, foi monopólio de camadas economicamente privilegiadas, tem sido facilitado por políticas que visam à execução de uma justiça social e à correção de falhas históricas que se arraigaram no seio da sociedade.

Essa contribuição do SINAES se dá, em princípio, por democratizar o processo de avaliação das instituições, abrindo a elas o direito de se autoavaliar mediante a criação de uma Comissão Própria de Avaliação. Com isso, o desempenho institucional passa a ser ponderado em duas instâncias: uma externa (efetuada por visitas de comissões do MEC) e outra interna. A proposta é a de que essa segunda instância do processo avaliativo, a interna, fique delegada aos próprios estabelecimentos de ensino, encarregados de instituir as suas Comissões Próprias de Avaliação. Esse sistema, além de integrar as IES ao processo de inspeção, potencializa o seu papel de agentes da própria avaliação.

Tal condição leva as instituições a repensarem, elas mesmas, a qualidade dos serviços que têm prestado ao público que atendem e à comunidade onde estão inseridas, independentemente de uma intervenção externa. Esse dado, então, soma-se àquele primeiro discurso de inclusão, uma vez que as Entidades de Ensino Superior se veem condicionadas a traduzir, como forma de retorno à sociedade, a implementação de medidas (educacionais e administrativas) que propiciem o bem estar coletivo, visando sempre ao progresso social.

Desde modo, fica assegurada a democratização das práticas avaliativas, uma vez que são contemplados todos os sujeitos que constituem as instituições (professores, estudantes, técnicos administrativos e sociedade civil organizada). Esse procedimento garante a autonomia e preserva a identidade das organizações, ao mesmo tempo em que implica à avaliação institucional os contornos de ferramentas de gestão do sistema administrativo educacional.

Em termos de qualidade de ensino, o novo sistema de diagnóstico aplicado ao ensino superior, pela sua amplitude e profundidade, no que diz respeito às variações institucionais analisadas, tende a garantir o oferecimento de serviços educacionais eficientes, formadores de profissionais aptos a suprir às demandas de uma cultura social e tecnológica em constante transformação, sem que, para isso, o perfil das instituições formadoras seja descaracterizado.

Frente a isso, a Faculdade dos Guararapes – campus Boa Vista entende como fundamental a análise crítica dos seus serviços prestados à comunidade acadêmica e à externa, a fim aprimorar esses procedimentos. Esta é uma postura advinda de uma filosofia de gestão democrática e participativa. A CPA/FG Boa Vista tem estimulado a vivência dessa prática avaliativa interna, o que concorre para a sua imagem de excelência da Faculdade no mercado da educação superior do estado de Pernambuco.

Pode-se dizer, inclusive, que essa preocupação entra em consonância com a missão da Faculdade dos Guararapes, que é contribuir para o desenvolvimento sustentável do Estado, através da preparação de profissionais com sólida formação humanística e técnico-científica, conscientes do seu papel social e comprometidos com o exercício da cidadania plena. Assim, a prática avaliativa tem se transformado num instrumento de gestão participativa incorporado ao dia a dia institucional.

A Comissão Própria de Avaliação da Faculdade dos Guararapes tem como compromissos anualmente renovados:

• Aperfeiçoar os padrões de atuação da sua Comissão Própria de Avaliação (CPA), comprometendo-se em ampliar os meios de divulgação de informações, facilitando o acesso da sua comunidade acadêmica aos resultados dos procedimentos de avaliação e sensibilizando-a para um engajamento na manutenção do seu padrão de qualidade;

• Reiniciar os ciclos de avaliação interna da Instituição, com base nas Diretrizes e no Instrumento de Avaliação Externa das IES;

• Engajar todos os segmentos à avaliação institucional, de modo a democratizar, cada vez mais, a participação deles neste processo desde a sua gestação.

Nestas condições, a CPA do campus Boa Vista tem se traduzido como mediadora/organizadora das práticas avaliativas, intermediando os anseios dos diversos setores da Faculdade, apoiando o desenvolvimento e o crescimento dos cursos através da realização de intervenções e da divulgação dos seus resultados.

Os relatórios concebidos através desses exames, bem como as propostas decorrentes da interpretação dos dados, são materiais a serem encaminhados à administração do Centro Universitário, após a escuta de cada segmento inquirido, a fim de que os dados obtidos sejam interpretados e sejam elaboradas propostas de intervenção nas problemáticas apresentadas.