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11 de junho de 2019 09:43

Ex-aluno UNIFG recebe certificação internacional

Marcelino Oliveira é formando em Ciência da Computação e conquistou uma certificação de testadores de software.

 

Marcelino com a sua mãe, Maria Zilda, no dia da sua formatura.

 

Formado em Ciência da Computação pela UNIFG em 2019, Marcelino Oliveira agora faz parte do seleto grupo de pessoas com certificação internacional pelo Brazilian Software Testing Qualifications Board (BSTQB). No Brasil, dez mil pessoas têm essa certificação e no mundo, cerca de 600 mil. No Nordeste, até maio deste ano, 894 pessoas tinham certificação com selo BSTQB.

Marcelino soube da oportunidade do curso por um colega de profissão e há cerca de seis meses começou a se preparar para o exame. Em maio, conseguiu aprovação após passar por uma avaliação que teve duração de uma hora e meia. O exame continha 40 questões e ele precisava acertar ao menos 26 para aprovação.

A certificação de Marcelino é a Certified Tester Foundation Level (CTFL). O curso objetiva, entre outras questões, que os avaliados utilizem uma linguagem comum para a comunicação eficaz com outros testadores e participantes de um projeto de testes. O exame é focado para pessoas que têm familiaridade com testes de software, tais como analistas, desenvolvedores, consultores e/ou engenheiros de testes; além de profissionais como gerentes de projetos /ou qualidade, analistas de negócios e diretores de TI.

A conquista de Marcelino não deve ser isolada, já que o alumni (ex-aluno) da UNIFG ocupa seus dias participando de cursos online. Quando se formou, Marcelino teve um pouco da sua história de superação contada em reportagem do programa matinal, Bom Dia Pernambuco, da Rede Globo.

“Marcelino sempre se destacou mesmo com suas limitações, tanto enquanto aluno, como enquanto colega. Em sua turma, foi bastante querido e sempre iluminou os demais com suas participações quando promovia, inclusive, maior integração entre todos. A certificação é de suma dificuldade para um aluno recém-formado, além de ser exclusiva para poucos. Ela traz um diferencial enorme”, comentou o coordenador do curso de Ciência da Computação, Raoni Oliveira.