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26 de dezembro de 2017 17:50

Como me tornei professora, por Schamkypou Bezerra

Ensinar é transformar vidas e realizar sonhos. Algo que começou cedo na minha trajetória, embora na minha família ninguém mais tenha seguido a carreira do magistério. Meus pais são advogados, mas sempre me estimularam a buscar caminhos que me dessem alegria. Isso vem desde a escolha do meu nome, Schamkypou, que em tailandês significa “menina feliz”.

Eu me tornei professora aos 16 anos. Sou formada em Inglês e ensinava em cursinhos de línguas. Entrei na faculdade também nessa época, aos 16 anos, e me formei em Direito aos 21. Era janeiro de 2002 e a partir daí, fui advogar e prestar concurso para a magistratura. Mas a vontade de lecionar persistia.

Em 2008, fui fazer mestrado em Direito do Trabalho na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e vim ensinar na Faculdade dos Guararapes (FG) em 2010. A FG me abriu um leque de oportunidades. Atualmente, além de continuar advogando na área trabalhista, eu leciono na graduação e na pós de Direito. E não parei por aí. Quando comecei a dar aulas de Direito, solidifiquei minha experiência e também comecei a dar aulas em cursinhos preparatórios para a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e para concursos públicos. Assim, em 2014 eu montei o meu próprio curso, que me permite aprofundar cada vez mais minha atuação como docente.

Ser professor é algo mágico, mudou minha vida completamente. E sendo professora, me sinto influenciando positivamente dezenas de outras pessoas. É meio que um jargão, mas não tem outra forma de descrever: ensinar é um sacerdócio. E eu digo a todos que pensam em se tornar professores que vale muito a pena, se seu objetivo for exercer essa missão com amor, gosto, admiração. Porque o fato é que não dá pra se tornar professor pensando em ficar rico. Mas se o seu objetivo for trocar experiências e crescer cada vez mais como profissional e ser humano, vá sem medo, pois é um caminho maravilhoso e sem volta.